quinta-feira, 30 de junho de 2011

Ritual da Iniciaçao Cristã dos Adultos

No ENCONTRO REGIONAL DE CATEQUESE que começa hoje, teremos a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o R.I.C.A. Quem vai nos ajudar é o nosso já conhecido Pe. Baronto, uma referencia no assunto.

Podemos dizer que o Ritual da Iniciação Cristã dos Adultos (RICA) é dos que consideramos ser mais pastoral e desenvolvido, com raízes bastante aprofundadas, quer ao nível teológico, quer ao nível patrístico e antropológico. Por isso, ele apresenta-se com uma série de opções que são expressão da experiência pastoral e das suas dificuldades de iniciar alguém à fé cristã.
Para além do Ritual do Catecumenado em vários degraus (RICA n. 68-239), prevê-se ainda um Ritual simplificado da iniciação dos adultos (RICA n. 240-277) “para casos especiais, quando não for possível ao candidato percorrer todas as fases da iniciação cristã ou quando, atenta a sinceridade da sua conversão e a sua maturidade religiosa, o Ordinário do lugar entender que deve admiti-lo ao Baptismo sem mais delongas” (n. 240), não dispensando o tempo de instrução e preparação para melhor purificar as suas motivações que o levam a pedir o Baptismo (Cf. RICA n. 241).
Prevê-se ainda um Ritual breve da iniciação de um adulto em perigo próximo ou em artigo de morte (RICA 278-294) para aqueles que estejam em perigo de morte, sejam ou não catecúmenos.
Por motivos pastorais, o ritual sugere que se faça a Preparação para a Confirmação e a Eucaristia dos adultos que, baptizados em criança, não receberam catequese (RICA 295-305) segundo uma pedagogia catecumenal, pois “a preparação destes adultos exige um tempo prolongado pela mesma razão que a dos catecúmenos, tempo durante o qual a fé, neles infundida no Baptismo, deve crescer, atingir a maturidade e imprimir-se neles através da formação pastoral que lhes é dada” (RICA 296). Talvez tenha sido este, o capítulo que consideramos ser de maior amplitude pastoral, dotado de inúmeras possibilidades para a criatividade daquele que dirige a Iniciação Cristã. Não considerando os que são baptizados ao mesmo nível dos que o não são, muitas vezes ao nível da vida concreta a Igreja tem-se apercebido que, iniciar alguém à fé e à celebração dessa mesma fé, não é apenas fruto de um puro ritualismo irreflectido e vazio de uma comunidade de acolhimento, mas de um caminho de conversão de vida.
Há também um Ritual da Iniciação das crianças em idade de catequese (RICA 306-369) um pouco mais adaptado à sua idade. Finalmente este ritual apresenta vários textos para a celebração da Iniciação Cristã dos Adultos (RICA 370-392). Em apêndice é-nos oferecido o Rito de admissão na plena comunhão da Igreja católica de alguém já validamente baptizado com preliminares próprios e destina-se a quem tiver “nascido e baptizado numa Comunidade eclesial separada” e pretenda ser “recebido na plena comunhão da Igreja católica, segundo o rito latino.
Fonte (texto): www.catequese.net

terça-feira, 28 de junho de 2011

São Pedro, pescador, Apóstolo e primeiro Papa






São Pedro, cujo nome de nascimento era Simão, nasceu em Betsaida, na Galiléia. Filho de Jonas, era pescador e casado. André, seu irmão, encontrou Jesus e comentou com Pedro a respeito do Messias. Simão quis conhecer Jesus, e este o elegeu como um de seus escolhidos, trocando seu nome para Pedro, que significa pedra, rocha. A partir deste dia, Pedro deixou de ser pescador de peixes para se tornar pescador de homens.
Pedro tinha um temperamento impulsivo, mas uma imensa generosidade e um grande amor ao Mestre. E Jesus coloca-o em evidência sempre, marcando-o como o futuro chefe da Igreja. Em Cesaréia de Filipe, Jesus diz a Pedro: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Dar-te-ei as chaves do Reino dos Céus, e tudo que ligares sobre a terra será ligado também no céu, e tudo que desligares na terra será também desligado no céu”. (Mt.16 13-20).
Depois da ressurreição, Jesus aparece pela terceira vez aos seus discípulos, junto ao mar de Tiberíades. Após terem comido, Jesus dirige-se a Pedro: “Simão, filho de João, amas-me mais do que estes outros?” Ele respondeu: ´Sim, Senhor, tu sabes que te amo`. Ele lhe disse: “Apascenta os meus cordeiros”. E por três vezes Jesus faz a mesma pergunta e lhe ordena para que pastoreie seus cordeiros (Jo,21,15-17). Era a investidura oficial a Pedro para ser o vigário de Cristo, o pastor supremo do rebanho do Mestre.
Os primeiros 10 capítulos dos Atos dos Apóstolos descrevem a atuação marcante do apóstolo Pedro, o grande líder da comunidade cristã após a morte de Jesus. Integra Matias ao colégio dos Apóstolos para substituir Judas; faz o primeiro discurso no dia de Pentecostes, convertendo 3 mil pessoas; e realiza o primeiro milagre, curando o homem coxo. Também é ele o primeiro a ser preso como responsável pela nova religião e quem convoca o primeiro concílio dos apóstolos, tomando a palavra no conclave.
Segundo a tradição, mais tarde Pedro foi para Antioquia, onde permaneceu sete anos na direção da Igreja, e de lá seguiu para Roma, onde permaneceu até a morte, em 29 de junho do ano 67 d.C, quando foi crucificado de cabeça para baixo por não se achar digno de morrer como o seu Mestre. Foi sepultado onde hoje está a maior igreja do mundo: a Basílica do Vaticano.
(retirado e adaptado do site: http://www.bispado.org.br

São Pedro foi discípulo de Jesus e é considerado o primeiro papa pela Igreja Católica. Seu nome original era Simão, tinha a profissão de pescador e por isso é considerado o protetor daqueles que trabalham no mar.
A comemoração é no dia 29 e na devoção popular costuma-se dizer que São Pedro guarda a entrada do céu. 

O guardião das portas do céu é também considerado o protetor das viúvas e dos pescadores.
Como o dia 29 também marca o encerramento das comemorações juninas, é nesse dia que há o roubo do mastro de São João, que só será devolvido no final de semana mais próximo. Mas como as comemorações juninas perduram alguns dias, as pessoas dizem que no dia de São Pedro já estão muito cansadas e não têm resistência para grandes folias, sendo os fogos e o pau-de-sebo as principais atrações da festa. A fogueira de São Pedro tem forma triangular.
 
Como São Pedro é cultuado como protetor das viúvas, são elas que organizam a festa desse dia, juntamente com os pescadores, que também fazem a sua homenagem a São Pedro realizando procissões marítimas.

No dia 29 de junho todo homem que tiver Pedro ligado ao seu nome desse acender fogueiras nas portas de suas casas e, se alguém amarrar uma fita em uma pessoa de nome Pedro, este se vê na obrigação de dar um presente ou pagar uma bebida à pessoa que o amarrou.

  Fonte: Internet

domingo, 26 de junho de 2011

Comissão Episcopal para a Amazônia

ama1A CNBB divulgou, neste sábado, 25, a lista com os nomes dos bispos eleitos para compor as 12 Comissões Episcopais Pastorais da CNBB. Ao contrário dos presidentes de cada Comissão, que são eleitos pela Assembléia Geral, os membros das Comissões são escolhidos, por eleição, pelo Conselho Permanente.

Dom Jaime Vieira Rocha, Bispo de Campina Grande foi eleito para compor a Comissão Episcopal para a Amazônia, que terá como presidente Dom Cláudio Hummes Cardeal Arcebispo Emérito de São Paulo.
A Comissão tem duas grandes finalidades: uma é manter a Igreja, ou seja, os bispos espalhados pelo Brasil, interessados na Amazônia, que não se esqueçam da Amazônia, e com eles, ver o que se pode fazer para que a Igreja na Amazônia seja bem sustentada e assistida por nós como irmãos no Episcopado. Esta é a primeira grande finalidade. A segunda é a própria Igreja na Amazônia, com tudo o que são seus grandes projetos, seu crescimento, suas alegrias e tristezas; digamos suas aspirações e suas carências. Além disso, é claro, é preciso acompanhar, estar ali junto, como um irmão que quer estar a serviço”. Afirmou Dom Cláudio Hummes.
A CNBB se volta para a Amazônia, e vários motivos se colocam ao redor desta preocupação. O interesse pela Amazônia foi tomando tanto significado e urgência que na 41ª Assembléia Geral, em 2003, por unanimidade, tomou-se a decisão de formar uma Comissão Episcopal da Amazônia, com publicação de um projeto em que se apresentam suas intenções evangelizadoras (CNBB, Comissão Episcopal para a Amazônia: a missão da Igreja na Amazônia. 2003).
As eleições foram um dos principais pontos de pauta da primeira reunião do novo Conselho Permanente, na semana passada, dias 15 a 17. Foram escolhidos os bispos para compor outras Comissões e Conselhos que fazem parte da estrutura da CNBB. O número de membros de cada Comissão não é o mesmo, variando de três a seis, incluído seu presidente.
Além de Dom Claudio Hummes (presidente) e Dom Jaime Vieira Rocha Bispo de Campina Grande, a Comissão Episcopal para a Amazônia também terá como membros: Dom Erwin Kräutler, bispo do Xingu (PA), Dom Moacyr Grechi, arcebispo de Porto Velho (RO) e Dom Sérgio Castriani, bispo de Tefé (AM).



Conselho Permanente da CNBB













As eleições foram um dos principais pontos de pauta da primeira reunião do novo Conselho Permanente, na semana passada, dias 15 a 17. Foram escolhidos os bispos para compor outras Comissões e Conselhos que fazem parte da estrutura da CNBB. Há Conselhos e Comissões cujos membros são nomeados pela Presidência.
O número de membros de cada Comissão não é o mesmo, variando de três a seis, incluído seu presidente.
Confira, abaixo, a lista dos eleitos e nomeados, incluindo os respectivos suplentes.

Eleitos pelo Conselho Permanente

1. Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada
  • Dom Pedro Brito Guimarães, arcebispo de Palmas (TO) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Esmeraldo Barreto de Farias, bispo de Santarém (PA)
  • Dom Jaime Spengler, bispo auxiliar de Porto Alegre (RS)
  • Dom Waldemar Passini Dalbello, bispo auxiliar de Goiânia (GO)
2. Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato
  • Dom Severino Clasen, bispo de Araçuaí (MG) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Giovane Pereira de Melo, bispo de Tocantinópolis (TO)
  • Dom Milton Kenan Júnior, bispo auxiliar de São Paulo (SP)
  • Dom Pedro José Conti, bispo de Macapá (AP)
3. Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Eclesial
  • Dom Sérgio Braschi, bispo de Ponta Grossa (PR) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Armando Martin Gutierrez, bispo de Bacabal (MA)
  • Dom Edson Tasquetto Damian, bispo de São Gabriel da Cachoeira (AM)
4. Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética
  • Dom Jacinto Bergman, arcebispo de Pelotas (RS) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom José Antônio Peruzzo, bispo de Palmas-Francisco Beltrão (PR)
  • Dom Paulo Mendes Peixoto, bispo de São José do Rio Preto (SP)
5. Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé
  • Dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Filippo Santoro, bispo de Petrópolis (RJ)
  • Dom Murilo Krieger, arcebispo de Salvador (BA)
  • Dom Paulo Cezar Costa, bispo auxiliar do Rio de Janeiro (RJ)
  • Dom Pedro Cipolini, bispo de Amparo (SP)
6. Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia
  • Dom Armando Bucciol, bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Edmar Peron, bispo auxiliar de São Paulo (SP)
  • Dom Fernando Panico, bispo de Crato (CE)
7. Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-Religioso
  • Dom Francesco Biasin, bispo de Barra do Piraí-Volta Redonda (RJ) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Benedito Araújo, bispo coadjutor de Guajará-Mirim (RO)
  • Dom Redovino Rizzardo, bispo de Dourados (MS)
8. Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz
  • Dom Guilherme Werlang, bispo de Ipameri (GO) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Enemésio A. Lazzaris, bispo de Balsas (MA)
  • Dom José Luiz F. Salles, bispo auxiliar de Fortaleza (CE)
  • Dom José Moreira Bastos, bispo de Três Lagoas (MS)
  • Dom Pedro L. Stringhini, bispo de Franca (SP)
  • Dom Roque Paloschi, bispo de Roraima (RR)
9. Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura, Educação, Ensino Religioso e Universidades
  • Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Flávio Giovenale, bispo de Abaetetuba (PA)
  • Dom Gregório Paixão, bispo auxiliar de Salvador (BA)
  • Dom Tarcísio Scaramussa, bispo auxiliar de São Paulo (SP)
10. Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família
  • Dom João Carlos Petrini, bispo de Camaçari (BA) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Antônio Augusto Duarte, bispo auxiliar do Rio de Janeiro (RJ)
  • Dom Joaquim Justino Carreira, bispo auxiliar de São Paulo (SP)
11. Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude
  • Dom Eduardo Pinheiro da Silva, bispo auxiliar de Campo Grande (MS) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Bernardino Marchió, bispo de Caruaru (PE)
  • Dom Vilsom Basso, bispo de Caxias de Maranhão (MA)
12. Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação Social
  • Dom Dimas Lara Barbosa, arcebispo de Campo Grande (MS) (Presidente – eleito na Assembleia de maio/2011)
  • Dom Manoel Delson Pedreira da Cruz, bispo de Caicó (RN)
  • Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)
13. Comissão Episcopal de Textos Litúrgicos - CETEL
  • Dom Alberto Taveira Corrêa, arcebispo de Belém (PA)
  • Dom Armando Bucciol, bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA)
  • Dom Dadeus Grings, arcebispo de Porto Alegre (RS)
  • Dom Geraldo Lyrio Rocha, arcebispo de Mariana (MG)
  • Dom Manoel João Francisco, bispo de Chapecó (SC)
Suplentes:
  • Dom Aloísio Alberto Dilli, bispo de Uruguaiana (RS)
  • Dom Hélio Adelar Rubert, arcebispo de Santa Maria (RS)
14. Comissão Episcopal para Tribunais Eclesiásticos de 2ª Instância
  • Dom Airton José dos Santos, bispo de Mogi das Cruzes (SP)
  • Dom Francisco Carlos Bach, bispo de Toledo (PR)
  • Dom Francisco de Assis Dantas de Lucena, bispo de Guarabira (PB)
  • Dom Moacir Silva, bispo de São José dos Campos (SP)
Suplentes:
  • Dom Augustinho Petry, bispo de Rio do Sul (SC)
  • Dom Luís Gonzaga Silva Pepeu, arcebispo de Vitória da Conquista (BA)
15. Conselho Nacional Pró-Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida
  • Dom Raymundo Damasceno Assis, cardeal arcebispo de Aparecida, presidente da CNBB (Ex-ofício)
  • Dom José Belisário da Silva, arcebispo de São Luís (MA) e vice-presidente da CNBB (Ex-ofício)
  • Dom Bruno Gamberini, arcebispo de Campinas (SP)
  • Dom Odilo P. Scherer, cardeal arcebispo de São Paulo (SP)
  • Dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)
Suplentes:
  • Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues, arcebispo de Sorocaba (SP)
  • Dom Maurício Grotto, arcebispo de Botucatu (SP)
  • Dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho, arcebispo de Pouso Alegre (MG)
16. Conselho Diretor do MEB
  • Dom Antônio Fernando Saburido, arcebispo de Olinda-Recife (PE)
  • Dom José González Alonso, bispo de Cajazeiras (PB)
  • Dom José Ronaldo Ribeiro, bispo de Janaúba (MG)
  • Dom Mário Rino Sivieri, bispo de Propriá (SE)
Suplentes:
  • Dom Angelo Pignoli, bispo de Quixadá (CE)
  • Dom Juarez Souza da Silva, bispo de Oeiras (PI)
17. Conselho Econômico
  • Dom Raymundo Damasceno Assis, cardeal arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB (Ex-ofício)
  • Dom Leonardo Ulrich Steiner, bispo de São Félix do Araguaia (MT) e secretário geral da CNBB (Ex-ofício)
  • Dom Guilherme Antônio Werlang, bispo de Ipameri (GO)
  • Dom Sérgio Arthur Braschi, bispo de Ponta Grossa (PR)
  • Dom Frei Severino Clasen, bispo de Araçuaí (MG)
Suplentes:
  • Dom Francesco Biasin, bispo de Barra do Piraí-Volta Redonda (RJ)
  • Dom Jacinto Bergmann, arcebispo de Pelotas (RS)
18. Conselho Fiscal
  • Dom Caetano Ferrari, bispo de Bauru (SP)
  • Dom João Wilk, bispo de Anápolis (GO)
  • Dom Osvino José Both, arcebispo do Ordinariado Militar do Brasil -Brasília (DF)
Suplentes:
  • Dom Afonso Fioreze, bispo de Luziânia (GO)
  • Dom Paulo Roberto Beloto, bispo de Formosa (GO)

Nomeados pela Presidência da CNBB

19. Comissão Episcopal para a Amazônia
  • Dom Cláudio Hummes, cardeal arcebispo emérito de São Paulo (Presidente)
  • Dom Erwin Kräutler, bispo do Xingu (PA)
  • Dom Jaime Vieira Rocha, bispo de Campina Grande (PB)
  • Dom Moacyr Grechi, arcebispo de Porto Velho (RO)
  • Dom Sérgio Castriani, bispo de Tefé (AM)
20. Comissão Episcopal Pastoral para a Missão Continental
  • Dom Adriano Ciocca Vasino, bispo de Floresta (PE)
  • Dom Jaime Pedro Kohl, bispo de Osório (RS)
  • Dom José Negri, bispo de Blumenau (SC)
21. Comissão Episcopal Pastoral da Campanha para a Evangelização
  • Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, arcebispo de Salvador (BA) (Presidente)
  • Dom José Luiz Majella Delgado, bispo de Jataí (GO)
  • Dom Leonardo Ulrich Steiner, bispo de São Félix do Araguaia (MT) e secretário geral da CNBB
  • Dom Vilson Dias de Oliveira, bispo de Limeira (SP)
22. Edições CNBB
  • Dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG)
  • Dom Leonardo Ulrich Steiner, bispo de São Félix do Araguaia (MT) e secretário geral da CNBB (Ex-ofício)
  • Dom Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília (DF)


Aconteceu entre os dias 10 e 12, na Casa Provincial La Salle, em São Paulo (SP), o encontro de catequetas e professores de Teologia Pastoral. Trata-se de um projeto da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética da CNBB, com a finalidade de articular os pesquisadores e professores para uma caminhada conjunta, em consonância com o movimento catequético brasileiro, além de proporcionar um espaço de partilha e de incentivo à pesquisa catequética.

Os participantes presentes nesta etapa fizeram a partilha de suas produções e atividades pastorais. Houve também alguns encaminhamentos para a criação da Sociedade dos Catequetas do Brasil e ser mais elaborada nos próximos encontros.


Neste ano refletiu-se sobre a “Leitura Catequética da Verbum Domini” e a “Animação Bíblica da Pastoral e a Iniciação à Vida Cristã à luz das novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora”.



 

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Você sabe comungar?


Gente querida, navegando pela net encontrei este texto que achei muito bacana e postei em nosso blog. No final citei a fonte para que vocês possam fazer outras leituras. Abraço!



Lá vem de novo aquela perguntinha retórica…  
Claro que sim – você me responde – mas qual é o problema dessa vez?

Calma. Talvez você esteja certo. Realmente quero acreditar que a maioria das pessoas sabem receber a Eucaristia. Na verdade, é a coisa mais fácil do mundo: coloque a mão direita debaixo da esquerda e, diante do sacerdote ou ministro extraordinário, olhe quando ele apresentar “o Corpo de Cristo” e responda amém.
Simples, não?

Bom, existe também outra forma, mais tradicional (embora não seja a mais antiga em se tratando da história da Igreja como um todo), que é receber a hóstia diretamente na boca. Nesse caso, como é obvio, você não coloca a mão para receber, mas simplesmente… abre a boca! Sem esquecer de dizer amém antes!
Fácil. Totalmente compreensível até para as crianças do catecismo que, aliás, na minha opinião, são as que menos erram. Porém, meus queridos leitores, além desses dois únicos modelos de receber a Eucaristia, o povo criou outros inumeráveis. Obviamente TODOS errados!
Quando eu era adolescente, conheci um padre que dizia já ter contado 16 modos diferentes, além dos dois acima citados, de receber a comunhão. Eu não fiz as contas, pois são tantos os que já contei que não caberiam aqui (ficaria um texto muito enfadonho…), mas, com certeza, ultrapassam em muito a conta do velho sacerdote.

Vamos nos divertir um pouco? Quais são essas maneiras erradas de comungar?
  1. Não dizer amém após o padre ou o ministro extraordinário apresentar a hóstia e dizer “o Corpo de Cristo”.
  2. Dizer amém antes disso.
  3. Dizer amém duas ou mais vezes (acredite, isso acontece mesmo…).
  4. Repetir o que o padre diz e falar junto com ele “o Corpo de Cristo, amém”.
  5. Beijar a hóstia antes de comungar.
  6. Sair da frente do sacerdote (ou ministro) com a Eucaristia ainda na mão.
  7. Sair de ré derrubando os outros que vêm atas.
  8. Dizer outras coisas além de amém. Por exemplo: “graças a Deus”, “glória a vós Jesus”, “te amo Senhor”… etc. Tem erros também da parte do padre. Um dia quando eu era leigo, o padre me deu a hóstia e, em vez de dizer “o Corpo de Cristo” ele disse: “depois eu quero falar com você…”
  9. Pegar a hóstia com dois dedos, como que “pinçando”. Essa é clássica. Muita gente faz isso e às vezes porque foram orientadas erroneamente a fazer assim.
  10. Vir com as mãos como se fosse para receber e abrir a boca. Afinal, o que você quer mesmo?
  11. Colocar as mãos baixo demais, na altura da barriga. Às vezes as crianças fazem isso, mas também os adultos, como se eu fosse entregar para o umbigo.
  12. Vir conversando na fila, saudando as pessoas, olhando para os lados, rindo, sem prestar atenção ao momento sagrado que está acontecendo.
  13. Abrir só uma brechinha da boca para o padre acertar como se fosse uma ficha em máquina de refrigerante ou cartão telefônico. Algumas vezes enfiei a hóstia entre as gengivas e os dentes da criatura que teve preguiça de abrir a boca…
  14. Lamber os dedos do padre… eca!
  15. Ficar longe demais fazendo com que o padre tenha que esticar o braço ou dar um passo à frente para dar a Eucaristia.
  16. Furar a fila. Essa é boa, até fila de comunhão o povo quer furar…!!!
  17. Vir com as mãos sujas. Já coloquei Jesus em cima de muitos números de telefone.
  18. Vir com terços, papel de cânticos ou outros objetos ocupando as mãos.
  19. Colocar a mão direita em cima da esquerda. Esse é um gesto discreto e disfarçado de comungar com os dedos. Parece que se tem preguiça de tirar a mão de baixo para pegar a hóstia depois. O brasileiro tem “jeitinho” pra tudo.
  20. Abraçar os dedos da mão esquerda com a mão direita por baixo. Estranho? Vá dizer pra quem inventou…
  21. Fazer uma reverência na hora que o padre apresenta o Corpo de Cristo. Nada contra os atos de devoção, o problema é que se você apresentar a hóstia e a pessoa em vez de responder, mostra os cabelos é, no mínimo, muito esquisito. Se você quiser fazer uma reverência, deve-se fazer antes de chegar a sua vez.
  22. Colocar as mãos de modo correto, mas não deixar que se coloque a hóstia na mão querendo pegá-la antes. Essa também é clássica.
  23. Dizer amém com a hóstia na boca. Sua mãe nunca lhe ensinou que é falta de educação falar com a boca cheia?
  24. Não prestar atenção se ficou algum fragmento da Santíssima Eucaristia na sua mão. Essa é grave!
  25. Se benzer depois de receber a hóstia.
  26. Se benzer com a hóstia na mão, o que é pior ainda!
  27. Falar com o padre ou com o ministro alguma coisa que não seja amém. Essa é o contrário daquela que aconteceu comigo.
  28. Sair cortando a fila pelo lado errado. Essa é irritante. A pessoa recebe a Eucaristia do lado direito (quando são duas filas) e quer voltar pelo lado oposto, passando pela frente do sacerdote, atrapalhando a fila do lado, é uma confusão. Se fosse ao trânsito era batida na certa!
  29. Colocar a hóstia na boca com a mão e não com os dedos. Por mais horrível que pareça, isso não é raro. Muita gente faz dessa forma, em vez de pegar a eucaristia com os dedos da mão direita (que está embaixo da esquerda) leva a hóstia à boca na palma da mão, como quem engole um comprimido, sei lá… nem sei comparar.
Tem alguma outra? Com certeza, infelizmente, sim. Mas por enquanto são essas as formas erradas que eu lembro. Como eu falei, os erros não estão somente da parte de quem recebe, mas às vezes também da parte de quem distribui a Sagrada Comunhão. Quem entrega a Eucaristia, deve apenas mostrar a partícula (como se chama a hóstia pequena dada aos fiéis) e dizer em voz alta “o Corpo de Cristo”. Em seguida, depois do amém, coloca-se a hóstia na mão ou na boca do fiel, conforme o caso. Nada mais.
Já soube de um ministro extraordinário da comunhão que colocava várias hóstias na mão e ficava distribuindo como se fossem fichas. Horrores à parte, o que vale é sempre termos atenção para fazermos tudo com dignidade e respeito que é devido à Santa Eucaristia.
Uma observação importante: de modo algum alguém é proibido pela Santa Sé de comungar de joelhos ou usar o tradicional véu sobre a cabeça, no caso das mulheres. Não é mais a forma ordinária, normal de comungar, mas nem por isso é proibido como querem dizer alguns.
Quando a reforma litúrgica, a partir do Concílio Vaticano II optou por se receber a comunhão na mão e de pé, não estava introduzindo uma “novidade modernista” de sabor “protestantizado”, mas sim retomando a tradição mais antiga da Igreja, desde os primeiros séculos, em que se comungava assim. Estar em pé, na liturgia, significa desde os primórdios estar ressuscitado com Cristo. De fato, o vocábulo bíblico levantar é o mesmo usado para ressuscitar. Na tradição litúrgica antiga, por exemplo, era proibido ajoelhar-se no tempo pascal, para reforçar esse simbolismo de que, pelo batismo, nós ressuscitamos com Jesus para uma vida nova.
Portanto, comungar na mão, com o devido respeito que a liturgia exije, não diminui a Eucaristia, mas pode nos dar o sentido de que somos mais que servos, somos amigos e filhos de Deus.

Comungar de joelhos, por sua vez, evidencia a reverência e a adoração que são devidas a Deus. É uma tradição também muito antiga (embora não tanto quanto comungar de pé) e talvez a maioria dos santos que conhecemos tenha comungado sempre assim na sua vida. Em suma, as duas formas estão certas e uma não exclui a outra. Só uma observaçãozinha a mais: se você for comungar de joelhos, seja prático. 

Aí vão alguns erros dessa forma de comungar:
  1. Fazer genuflexão com um joelho só. Não invente! Se vai comungar de joelhos, faça certo: ajoelhe-se com os dois joelhos. Diga amém em voz alta e receba a hóstia na boca.
  2. Ajoelhar-se sem ter forças para levantar. Já teve gente que se agarrou na minha túnica para não cair! Se você não consegue mais se ajoelhar e levantar sozinha, assuma a idade e o peso! Comungue de pé.
  3. Receber a comunhão de joelhos e na mão. Isso é errado. Ou um rito ou outro, a comunhão na mão se recebe de pé.
Por fim, como vocês viram, eu falei aqui do modo prático de comungar e não do modo espiritual. Moralmente falando, é claro que você só pode comungar tendo consciência de não ter cometido pecados graves (consciente e deliberadamente) e não viver em estado de pecado habitual ou de forma ilícita, como por exemplo, viver com uma pessoa como cônjuge sem estar casada na Igreja ou algum tipo de escândalo. Mas isso é um assunto para outro post… Indico um livro muito bom: “E jovem se confessa?!” – escrito por mim mesmo. 

Fonte:http://leonardowagner.wordpress.com